Em BH, escolas abrem suas portas durante as férias

Programa realiza atividades culturais, como aula de música e oficina de pintura, durante os meses de recesso escolar.

Para muitas crianças, férias é sinônimo de ficar longe da escola. E nem sempre estar em casa é sinônimo de descanso e diversão. No entanto, em Belo Horizonte (MG), desde 1999, o programa Escola nas Férias convoca as unidades de ensino a ficarem de portas abertas e cheia de crianças e adolescentes.

Com o objetivo de oferecer lazer e aprendizagem nos meses de recesso escolar, a prefeitura mineira promove estas atividades durante uma semana nos meses de janeiro e julho em 173 escolas municipais. Mas no lugar de conteúdo formal, o programa oferta uma variedade de atividades de lazer e cultura, como oficinas de pintura, aulas de canto e música e apresentações de dança, além de inúmeras brincadeiras e jogos, para apoiar o desenvolvimento integral das crianças e também compor os processos de ensino e aprendizagem.

Escolas Abertas Férias

Além das atividades realizadas nas unidades, são promovidas excursões pela cidade, tomando o território como espaço de experimentação, aprendizagem e vivências lúdicas das crianças. Para integrar essa agenda e fortalecer a articulação entre escolas e comunidade, parques, museus, clubes, outros espaços culturais e educativos e parceiros de cada unidade escolar oferecem atividades e programações especiais para receber o público do programa.

Para ampliar as possibilidades lúdicas e educativas para todas as crianças da capital, a partir de inscrições prévias e divulgadas em diferentes espaços da cidade, as escolas se abrem a qualquer interessado, independentemente de estar matriculado na unidade.

Antes da brincadeira
Todos os agentes que participam do programa passam por uma formação realizada pela Gerência de Educação Integral, Direitos Humanos e Cidadania da Prefeitura com o intuito de qualificar as práticas educativas cotidianas. A ideia é que a partir da vivência escola-comunidade, professores, educadores e gestores escolares e de equipamentos públicos de lazer e cultura possam ampliar suas ações ao longo do ano, promovendo conjuntamente as oportunidades educativas dos estudantes.

“A formação propõe uma vivência cultural que permite o conhecimento de diferentes espaços de aprendizagem da cidade, o encontro de diálogo sobre o programa e suas diretrizes e o planejamento das ações”, explica a gerente de Educação Integral, Direitos Humanos e Cidadania, Arminda Aparecida de Oliveira. Com uma concepção intersetorial, a capacitação é realizada por profissionais de diferentes áreas da prefeitura e também das instituições educativas parceiras ao programa.

 

 

 

 

 

 

Via Por Vir

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