Por trás das câmeras

Da série: aquele comercial bacana que tem uma cena super legal, ou aquele movimento de câmera que chamou muito a sua atenção mas você nunca parou pra pensar como foi feito.

magiacinema

Sabe aquele comercial bacana que tem uma cena super legal, ou aquele movimento de câmera que chamou muito a sua atenção mas você nunca parou pra pensar como foi feito?

Será que foi o cenário que ficou parado ou a câmera que não saiu do lugar? Quanto disso foi colocado no computador? Quantas imagens foram mescladas pra se chegar na imagem final? Trabalhar com cinema e tv é bem mais complicado do que se parece.

Esse comercial, produzido pela Bossa Nova Filmes para o Ministério dos Transportes, por exemplo, como você acha que foi feito?

“Todo mundo saiu jogando um monte de coisa e empurrando tudo que tava nas prateleiras”.

A verdade é um pouco mais complexa e muito mais interessante. Olha só:

“Uau! Então foi tudo em estúdio?” Sim, senhor. E com algumas coisas inseridas no computador e pelo menos duas imagens sobrepostas (a mulher e a sala) gravadas.

Legal né?

Dependendo da produção, quase tudo é feito no computador. Games of Thrones, por exemplo. Você tem ideia de quanta coisa lá foi feita inteiramente em 3D? Mais do que você imagina.

Ok, usar o computador é fácil mas e quando esses recursos ainda não estavam disponíveis?

Um dos nomes que vêm à mente é o de Georges Méliès, considerado o grande pai dos efeitos especiais do cinema, lá pra primeira década do século 20.

A maioria de seus truques bebia da fotografia (sobreposições, recortes e desenhos no próprio filme) mas a sua maior contribuição foi perceber que, se entre um quadro e outro do filme algum objeto ou pessoa era retirado sem se alterar o resto, ele simplesmente desaparecia.

Aquela coisa que todo mundo adora fazer nos Magic Tricks do Vine.

Agora, um desafio: como você acha que essa cena fantástica do Fred Astaire dançando pela sala emRoyal Wedding (1951) foi feita?

Tudo bem, em 5 minutos na internet você já descobre. Mas vale a pena pensar sobre quão geniais são essas pequenas (ou grandes) traquitanas invisíveis que tornam cenas como essa memoráveis.

 

 

 

 

 

 

Via UoD

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